Deixa eu ser o teu livro também, e nada mais. Camila Costa, 21, gaúcha.
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"Uma amiga perguntou de nós e assim, quase sem querer ou perceber, admiti o óbvio: você se vira bem sem mim. Agora, por exemplo, não consigo nem lembrar do que posso ter sido tão essencial. E não, aqui não valem coisas como te explicar sobre a diferença entre Reino Unido e Inglaterra ou como escutar uma rádio pela internet. Não vale nada disso que você consegue viver muito bem sem. A verdade é que um, dois, quantos dias de silêncio eu tiver, não vão respingar por aí. Você vai dizer que não é culpa minha e que sou tão importante quanto posso imaginar, apenas é assim que acontece, mas eu vou te dizer que nadei, nadei e morri na praia. A maioria dos amores é assim mesmo, não se preocupe; uma hora o ar para de entrar. Eu só espero que, talvez, você abra a janela para me ajudar a respirar."
"É que você é o meu lugar preferido. No choro ou no riso, eu quero acabar com a minha cabeça enterrada no seu abraço, em silêncio ou ouvindo suas mil histórias, não me importa: eu sei exatamente onde quero estar. Eu quero descansar meu cansaço mental e físico contigo, mas não quero te cansar, entende? É que você não enxerga, não acredita que eu vivo jogando tudo fora… Não sabe que eu, no fim das contas, nunca pedi por ninguém. A minha farsa era falar coisas bonitas, e só. E se hoje eu virasse as costas e deixasse tudo para trás, abandonaria a minha própria paz. Talvez nós jamais sejamos aqueles casais que se encontram nos fins de tarde para irem juntos para casa, muito menos aqueles que programam o sábado juntos. Mesmo assim, somos nós. Porque não nascemos para o comum dos outros. Não nascemos para enfeitar álbum de casamento. Nós nascemos para fugirmos e mandarmos um cartão-postal vez ou outra, da China ou de Nova Iorque, você decide. Não somos modelo, mas somos realidade. Você não sabe… Você nunca abre os olhos para ver."
— Camila Costa.

desafogamentos:

LOUCO PRÉ-HISTÓRICO

Todo dia surge um motivo novo para enlouquecer
[ eu ainda insisto no amor ]

Geraldo de Barros

"Eu colo em,
teu colo."
Emicida. (via realidade-paralela)
"(…) Lembra das suas confusões? Lembra de quando sua cabeça dá voltas e eu seguro a sua mão? Estou dando voltas, parece que entrei em um daqueles brinquedos que gira por um minuto e meio como se fosse uma eternidade e não consigo sair. Deito a cabeça e nada disso para. E fico igual uma criança perdida, igual a você em todos aqueles dias quando eu te puxo para perto e digo que não vou à lugar nenhum. Estou assim, como naquele dia em que sentamos longe e eu decidi que as tuas dúvidas não iam me afastar. Estou precisando sentar do teu lado outra vez, mas essa é a sua vez de me puxar para perto. Porque eu quero que me puxe, mas não sei se posso pedir."
— Camila Costa.




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